Audiência Pública da CPI da Criança e Adolescente em Itaberaí


24/08/2015


O Auditório do Fórum de Itaberaí, foi palco, nesta segunda-feira, 24, da terceira audiência pública regional da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Assembleia Legislativa, que investiga Violação de Direitos da Criança e Adolescente.


Aberto, às 14h30, pelo presidente da CPI, deputado Carlos Antonio (SD), o evento reuniu conselheiros tutelares de 13 municípios da região do Noroeste Goiano, além de autoridades que integram a rede de proteção dos direitos da criança e adolescente, bem como que trabalham direta e indiretamente elas.

Compuseram a mesa dos trabalhos, sob a presidência de Carlos Antonio, as seguintes autoridades: Deputada Delegada Adriana Accorsi (PT), vice-presidente; Deputada Isaura Lemos (PCdoB), relatora; e Deputado Jean (PHS), membro-titular da CPI; o presidente do Conselho Tutelar de Itaberaí, Ronaldo Silva Cardoso dos Passos; e Maurício Barbosa, secretário municipal de Educação, representando a Prefeitura municipal.

 

O juiz Gustavo Braga, que cedeu as instalações do Fórum para a audiência pública e sala para coleta de informações sigilosas, cumprimentou os deputados pela iniciativa da CPI. Destacou a importância do tema. Falou das dificuldades para apurar casos envolvendo crianças e adolescentes, em razão da falta de denúncias formalizadas, mas que a CPI é um exemplo, porque tem conseguido estimular conselheiros tutelares a relatarem casos que ainda não foram sentenciados.

 

Em seguida, os deputados passaram a ouvir as denúncias de cada representante dos Conselhos Tutelares presentes.

 

Em Itaberaí, foram relatados cerca de 10 casos de abuso somente em 2015.

Depois de ouvir o relato de cada conselheiro presente, Carlos Antonio solicitou relatório por escrito dos casos para que a CPI possa investigar devidamente. Assumiu compromisso de agilizar inquéritos dos casos, bem como de solicitar junto aos representantes do Judiciário, sentenças mais rápidas para que não paire sobre a sociedade a questão da impunidade. “Essa impunidade que favorece a ocorrência de novos casos”, enfatizou.

Fonte: Alego